Ronaldo pulou da
cama agitado. Tinha grandes expectativas.
Seu tio Pedro o
convidara para ser sócio da sua gráfica. A proposta era boa. Naldo – como era
chamado – não entraria com dinheiro, mas com sua experiência como designer de
embalagens. Para honrar sua parte na sociedade, iria descontar certo valor
mensal do seu pro labore, durante dois anos. E o que mais lhe
interessava: tornando-se sócio, Naldo estaria em condições melhores para obter
o financiamento que pretendia, para a compra de um apartamento maior.
