– Ei! É minha vez! – gritou Germano.
– Espera aí, já vou descer! – retrucou César.
Todo fim de tarde, César,
Germano, Marcos e eu subíamos na árvore do terreno que dava para o quintal da minha avó para espiar. Queríamos
descobrir o segredo do seu Evaristo.
